Fonte: Folha de Sao Paulo
O PROGRAMA de educação a distância anunciado pelo governo de São Paulo dá nova dimensão a iniciativas que já se avolumavam no país. O envolvimento das três grandes universidades estaduais -USP, Unesp e Unicamp-, empresta prestígio às ações e pode chancelar essa nova e promissora modalidade de magistério. A Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo) pretende oferecer, em 2009, 6.600 vagas de graduação. Tem o objetivo imediato de ampliar a formação de professores em áreas como física, química e biologia.
Nada menos que 25 mil docentes na rede pública estadual não têm diploma universitário.O projeto paulista vai ao encontro de outras iniciativas, como a UAB (Universidade Aberta do Brasil), que articula na esfera federal programas em instituições públicas -já há 70 cadastradas. É uma expansão bem-vinda, que pode ir além da formação e reciclagem de professores.
Cumpridos requisitos de qualidade, a educação a distância forma profissionais em igualdade com os cursos tradicionais. Usa internet, aulas gravadas e videoconferências, embora não dispense a presença do aluno em provas e estágios, por exemplo. Os custos do ensino a distância são menores, e por isso um público maior pode ser atendido. Além disso, a nova modalidade pode ter um papel importante no Brasil, dada sua dimensão continental e suas deficiências. Deveria suprir regiões carentes de instituições de ensino e também poderia ter papel decisivo para o ensino profissionalizante.Há que considerar, porém, que a modalidade não é útil para a totalidade dos alunos ou das carreiras. Exige do estudante maior autonomia, mais responsabilidade, o que impõe desafios. Diante de um número grande de alunos, o exercício de um controle eficiente não é questão trivial. Com a entrada das reputadas universidades estaduais paulistas, um novo passo é dado.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Boicote nos EUA
Saramago defende filme de Meirelles de boicote nos EUA
da Efe, em Lisboa
O escritor português José Saramago, prêmio Nobel da Literatura em 1998, diminuiu hoje a importância do boicote da Federação Nacional de Cegos (NFB) dos Estados Unidos ao filme "Ensaio sobre a Cegueira", dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles.
Saramago afirmou à emissora "TSF" que os líderes da NFB se pronunciam sobre um filme que "infelizmente não puderam ver" e que julgam por comentários de terceiros.
"Isto não é uma polêmica, pois para que esta exista são necessários dois interlocutores. Neste caso, trata-se de uma associação de cegos que decide ter uma opinião sobre um filme que não viu", declarou o escritor português.
Além disso, afirmou que "a estupidez não distingue entre cegos e não cegos" e que o protesto responde a "uma manifestação de mau humor sustentada em nada".
O Nobel de Literatura afirmou que tanto o livro como a adaptação cinematográfica são perfeitamente atuais, especialmente em uma sociedade como a dos EUA.
"Ensaio sobre a cegueira" vendeu mais de meio milhão de exemplares quando foi publicado nos EUA em 1998.
A adaptação para o cinema do diretor brasileiro Fernando Meirelles relata o caos que aconteceria na sociedade se todos ficassem cegos de repente.
A NFB condenou o filme por entender que os cegos são apresentados como incompetentes e depravados, além de convocar seus membros a protestarem diante das 75 salas nas quais a obra estreará hoje nos cinemas americanos.
mais sobre o filme clique aqui
da Efe, em Lisboa
O escritor português José Saramago, prêmio Nobel da Literatura em 1998, diminuiu hoje a importância do boicote da Federação Nacional de Cegos (NFB) dos Estados Unidos ao filme "Ensaio sobre a Cegueira", dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles.
Saramago afirmou à emissora "TSF" que os líderes da NFB se pronunciam sobre um filme que "infelizmente não puderam ver" e que julgam por comentários de terceiros.
"Isto não é uma polêmica, pois para que esta exista são necessários dois interlocutores. Neste caso, trata-se de uma associação de cegos que decide ter uma opinião sobre um filme que não viu", declarou o escritor português.
Além disso, afirmou que "a estupidez não distingue entre cegos e não cegos" e que o protesto responde a "uma manifestação de mau humor sustentada em nada".
O Nobel de Literatura afirmou que tanto o livro como a adaptação cinematográfica são perfeitamente atuais, especialmente em uma sociedade como a dos EUA.
"Ensaio sobre a cegueira" vendeu mais de meio milhão de exemplares quando foi publicado nos EUA em 1998.
A adaptação para o cinema do diretor brasileiro Fernando Meirelles relata o caos que aconteceria na sociedade se todos ficassem cegos de repente.
A NFB condenou o filme por entender que os cegos são apresentados como incompetentes e depravados, além de convocar seus membros a protestarem diante das 75 salas nas quais a obra estreará hoje nos cinemas americanos.
mais sobre o filme clique aqui
Exposição sobre Einstein
Aberta ao público nesta quarta-feira (24/9), em São Paulo, mostra sobre vida e teorias de Albert Einstein permanece até dezembro
Pavilhão Engenheiro Armando de Arruda Pereira - Parque Ibirapuera, Portão 10, de 24 de setembro a 14 de dezembro.De terça a sexta, de 9h às 21h; sábados, domingos e feriados das 10h às 21hIngressos a R$ 15 (meia-entrada de R$ 7 para estudantes e professores); grátis para menores de 7 anos, maiores de 60 anos e excursões agendadas de grupos de escolas públicasTelefone para agendamento: 0300 789 0002 ou (11) 3468-7400
Pavilhão Engenheiro Armando de Arruda Pereira - Parque Ibirapuera, Portão 10, de 24 de setembro a 14 de dezembro.De terça a sexta, de 9h às 21h; sábados, domingos e feriados das 10h às 21hIngressos a R$ 15 (meia-entrada de R$ 7 para estudantes e professores); grátis para menores de 7 anos, maiores de 60 anos e excursões agendadas de grupos de escolas públicasTelefone para agendamento: 0300 789 0002 ou (11) 3468-7400
Exposição sobre Albert Einstein
EINSTEIN
Aberta ao público nesta quarta-feira (24/9), em São Paulo, mostra sobre vida e teorias de Albert Einstein permanece até dezembro
Pavilhão Engenheiro Armando de Arruda Pereira - Parque Ibirapuera, Portão 10, de 24 de setembro a 14 de dezembro.De terça a sexta, de 9h às 21h; sábados, domingos e feriados das 10h às 21hIngressos a R$ 15 (meia-entrada de R$ 7 para estudantes e professores); grátis para menores de 7 anos, maiores de 60 anos e excursões agendadas de grupos de escolas públicasTelefone para agendamento: 0300 789 0002 ou (11) 3468-7400
Aberta ao público nesta quarta-feira (24/9), em São Paulo, mostra sobre vida e teorias de Albert Einstein permanece até dezembro
Pavilhão Engenheiro Armando de Arruda Pereira - Parque Ibirapuera, Portão 10, de 24 de setembro a 14 de dezembro.De terça a sexta, de 9h às 21h; sábados, domingos e feriados das 10h às 21hIngressos a R$ 15 (meia-entrada de R$ 7 para estudantes e professores); grátis para menores de 7 anos, maiores de 60 anos e excursões agendadas de grupos de escolas públicasTelefone para agendamento: 0300 789 0002 ou (11) 3468-7400
20 anos de Constituição
Foi no dia 1º de fevereiro de 1987 que 559 parlamentares começaram os trabalhos para aprovar a nova lei suprema brasileira, a sétima desde a independência do país.
Foram necessários 18 meses de discussões até que a Carta fosse finalmente promulgada no dia 5 de outubro de 1988. Ela substituiu a Constituiçõa imposta pelo regime militar em 1967.
A Constituição Federal comemora, domingo, dia 05 de outubro 20 anos, envelhecida e sobrevivendo a emendas, a propósito já somam 62 emendas......
Foram necessários 18 meses de discussões até que a Carta fosse finalmente promulgada no dia 5 de outubro de 1988. Ela substituiu a Constituiçõa imposta pelo regime militar em 1967.
A Constituição Federal comemora, domingo, dia 05 de outubro 20 anos, envelhecida e sobrevivendo a emendas, a propósito já somam 62 emendas......
Bibliotecáriosafins
Classe bibliotecária vamos dominar o mundo......
Amigos bibliotecários este Blog tem a intenção de deixarmos claro para todos o nosso lugar na sociedade, pois perdemos muito terreno principalmente nas biblioteca escolares e temos que nos reciclar e nos preparar para comprarmos esta briga e não deixar que nosso lugar seja ocupado por outros profissionais, pois Biblioteca é lugar de bibliotecário trabalhar. Esta luta é nossa!!!!!!!!
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